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China apresenta robôs que assumem funções humanas

Combates entre máquinas continuam sendo as principais atrações dos eventos de robótica realizados em todo o mundo. No entanto, outras habilidades desenvolvidas pelos robôs também chamaram a atenção durante recente congresso na China dedicado ao assunto. O evento colocou em evidência máquinas capazes de diagnosticar doenças e tecnologias que permitem que autômatos assumam algumas funções humanas. As possibilidades foram apresentadas como alternativas frente ao envelhecimento da população e a escassez de mão de obra local. Ou seja, a expectativa é a de que o uso de máquinas inteligentes possa revolucionar a economia do país.

Conforme a Federação Internacional de Robótica, a China já é o mercado número um para robôs industriais. Em 2017, por exemplo, foram vendidas 141 mil unidades – e a expectativa é que até 2020 essa demanda cresça 20%. Em 2016, a China já tinha 68 robôs para cada 10 mil empregados. A soma ainda é quatro vezes menor do que no Japão ou na Alemanha. No entanto, fora das fábricas, a robótica avança em restaurantes, bancos e no setor médico da China.

 

ROBÔS COMO ASSISTENTES MÉDICOS

Além de atuarem como guerreiros, os robôs demonstrados no Congresso Mundial provaram ser úteis em diversas aplicações. Jogadores esportivos, professores, instrumentistas e, especialmente, auxiliares na área da saúde.

Conforme a empresa iFlytek, o robô assistente médico tem sido utilizado desde março em hospitais chineses. Por meio de um questionário feito com pacientes, ele é capaz de identificar até 150 doenças. Outra empresa a investir no setor é a Chindex, que distribui no país braços articulados cirúrgicos. Batizado de “Da Vinci”, o robô vai além dos limites do olho humano. Dotado de câmeras de alta definição e bisturis multiposicionais, ele representa uma revolução nas salas de operação. Essa nova geração de autômatos apresenta a robótica de forma fascinante, mas os autômatos ainda não podem substituir os médicos. Trata-se, na verdade, de um bem-vindo apoio tecnológico à atividade desses profissionais. Pelo menos por enquanto…

 

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Imagem: iStock/AndreyPopov
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