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Gigantes da indústria unem-se pela prevenção a ciberataques

Líder global em segurança cibernética, a Symantec divulga anualmente um relatório de ameaças relacionadas ao tema. Em sua 23ª edição, o Internet Security Threat Report (ISTR) destaca o cibercrime como uma atividade em constante evolução. Além disso, enquadra os ciberataques como um “mercado” que se autorregula. Conforme o relatório, o Brasil é o terceiro país do mundo que mais distribui spam. Também ocupa a quarta posição em ameaças por bots e a sétima colocação no ranking de origem de ataques cibernéticos. Esses números colocam o país entre os mais vulneráveis a ciberataques. Na linha de sucessão estão Estados Unidos, China, Índia, Rússia, Alemanha e Japão. Ao todo, 157 países integram o estudo.

Com base em estatísticas como essas, 34 grandes empresas de tecnologia assinaram um novo Acordo Técnico de Segurança Cibernética. Entre os nomes estão Microsoft, HP, ARM, Cisco, Oracle e Facebook. O objetivo geral é ajudar na proteção contra os ciberataques e dificultar possíveis ações governamentais contra cidadãos e empresas inocentes. Entre os maiores incentivadores dessa união de gigantes está o presidente da Microsoft. Em entrevista ao The New York Times, Brad Smith declarou que a ideia é desenvolver uma “Convenção Digital de Genebra”. Ou seja, um acordo para reduzir os efeitos de guerra para níveis mais aceitáveis.

 

O QUE DIZ O ACORDO TÉCNICO CONTRA CIBERATAQUES

O acordo realizado entre as empresas segue basicamente quatro diretrizes. A primeira delas é ajudar a proteger os consumidores de futuros ciberataques. Outra intenção já destacada é a de recusar qualquer solicitação governamental de assistência ao lançamento de um ataque. Além disso, as empresas se comprometem a auxiliar programadores e consumidores a desenvolver suas próprias capacidades de proteção. E, ainda, trabalhar coletivamente de forma cooperativa para partilhar informações relativas a novas vulnerabilidades e ameaças à cibersegurança. Conforme Smith, os ataques de 2017 demonstraram a necessidade de maior união do setor de tecnologia. Isso porque uma geração mais recente de armas transformou o ciberespaço num novo campo de batalha. E, por isso, tornou-se fundamental buscar formas de agir em defesa dos clientes em todo o mundo.

 

Ilustração: iStock/solarseven
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