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Assistente de voz começa a conquistar espaço no Brasil

Traçar rotas no Google Maps, verificar compromissos agendados, tocar músicas. Essas são algumas das tarefas que podem ser solicitadas à Assistant, assistente de voz da Google em aparelhos Android. Desde 2017, a versão em português facilita que brasileiros explorem essa tecnologia, que usa Inteligência Artificial para atender às solicitações. O mesmo ocorre com a Cortana, criada pela Microsoft. Já no caso da Alexa, dispositivo da Amazon, a interação exclusivamente em inglês pode limitar seus recursos e aplicações. O fato é que, depois de conquistar países desenvolvidos, o relacionamento com as assistentes de voz vem crescendo no Brasil. O próximo passo deve ser a popularização de gadgets como Google Home, Echo Dot (Alexa) e muitos outros. Mesmo com funções restritas, há muita expectativa dos brasileiros sobre quando esses aparelhos serão capazes de se comunicar em português.

Nos Estados Unidos, a população vem adotando os sistemas inteligentes de forma mais rápida do que aderiu aos smartphones. Tanto que, ao todo, 23 milhões (19%) das residências americanas já possuem um gadget assistente de voz. O número foi apontado pelo relatório da National Public Media. Já o Gartner projeta que até 2020 a soma salte para 75% de casas – que terão um ou mais aparelhos. Lançados há apenas três anos, esses “alto-falantes inteligentes” funcionam como pequenos robôs para cumprir diversas funções. Desde simples tarefas tecnológicas até servir como companhia para idosos e crianças.

 

ASSISTENTE DE VOZ COM “VERSÃO BRASILEIRA”

Oficialmente, não há previsão para que dispositivos de empresas como Google e Amazon comecem a interagir em português. No entanto, muitas expectativas e especulações de mercado apontam para 2019. E, se for mantida a média de preços, os gadgets não chegarão ao país custando tão caro. Mesmo com tecnologia digna de filmes futuristas, os aparelhos são comercializados a preços relativamente acessíveis. Tanto Google Home quanto Alexa, por exemplo, custam US$ 49 (cerca de R$ 170,00) nos Estados Unidos.

Capaz de interagir de forma rápida, a assistente de voz poderá substituir o contato físico dos usuários com a tecnologia. No lugar do tato – com o clicar do mouse ou o deslizar dos dedos sobre telas – assumirá a conversação. O fato poderá até mesmo mascarar a percepção do uso dos recursos. Afinal, com uma assistente de voz é possível comandar o televisor sem acionar o controle remoto. Assim também será com tarefas rotineiras – como acender e apagar as luzes ou abrir e fechar janelas e portas de casa. E esse é apenas o começo. Pois uma assistente de voz pode ser combinada a sensores diversos, ajudando, por exemplo, a localizar objetos perdidos.

 

Imagens: 1. iStock/v-graphix
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