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Retrospectiva: 5 inovações para curar o planeta e a humanidade

Muita gente aproveita o período de final de ano para avaliar conquistas e rever objetivos. Fazer uma retrospectiva da carreira e da vida pessoal é um ótimo exercício para planejar seus próximos passos. No entanto, um fator importante a ser incluído nessas considerações é a velocidade com que mudanças têm ocorrido. Num passado não muito distante, a preocupação era sobre que mundo se deixaria para as próximas gerações. Agora, sabe-se que as medidas de preservação para garantir as condições de vida na Terra são urgentes. Ao mesmo tempo, os avanços da tecnologia dão sinais significativos de que nem tudo está perdido. Muitas inovações e descobertas na área garantem esperança de um futuro melhor.

 

INOVAÇÕES NA ÁREA DA SAÚDE E DO MEIO AMBIENTE

Alguns dessas inovações tiveram destaque no portal IT Management ao longo de 2017. A seguir, confira uma breve retrospectiva com cinco tecnologias que prometem ajudar a salvar o planeta e a humanidade:

 

1) Tecnologia contra o aquecimento global

Acompanhado constantemente por especialistas de diversas áreas, o aquecimento global e suas consequências têm aumentado a cada ano. Não à toa, cientistas como Klaus Lackner tentam demonstrar que é preciso inverter este processo urgentemente. Entre as inovações em desenvolvimento está um projeto pioneiro da empresa suíça Climeworks. A proposta da iniciativa é absorver o gás carbônico da atmosfera e transformá-lo em algo reutilizável. Assim, além de desempenhar papel-chave no combate ao aquecimento global, o projeto torna-se sustentável também em termos financeiros.

 

2) Armazenamento de energia limpa: uma nova forma de avançar

Apesar de muitos avanços na área, até hoje nenhuma fonte sustentável de energia limpa conseguiu substituir totalmente os sistemas tradicionais. Principalmente por não haver ainda um método 100% confiável para o armazenamento dessa energia. Tal realidade, entretanto, pode estar próxima de uma revolução. Pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte descobriram que finas camadas de água podem melhorar a capacidade de armazenar energia e entregá-la mais rapidamente. Assim, uma quantidade maior de energia seja armazenada no mesmo espaço. Baterias mais finas e aceleração mais ágil em carros elétricos também estão entre as aplicações imaginadas pelos cientistas.

 

3) Uso de larvas para combater a poluição dos oceanos

larva que come plásticoA grande quantidade de plástico jogada nos oceanos destrói o ecossistema e aflige a saúde humana através da cadeia alimentar. Na natureza, o polietileno leva em torno de 50 anos para se decompor. Por outro lado, a Galleria mellonella pode fazer vários buracos numa sacolinha de supermercado em menos de uma hora. A descoberta desta espécie de traça, portanto, pode representar um salto para minimizar o acúmulo de resíduos no meio ambiente.

 

4) Exames laboratoriais em qualquer lugar

Bem mais rápido que os métodos tradicionais, o Hilab coloca o laboratório dentro do consultório médico. O dispositivo cabe na palma da mão e contribui de forma significativa para acelerar o processo de diagnósticos. Esse sistema de telemedicina disruptivo foi lançado pela startup Hi Technologies, de Curitiba/PR. Após serem coletadas de um dedo do paciente, algumas gotas de sangue são colocadas no aparelho, onde ficam os reagentes. A amostra é então digitalizada e transmitida online para uma equipe de biomédicos. Depois de fazer a análise, os profissionais liberam um laudo devidamente validado. Com a nova e inédita tecnologia, o médico pode obter resultados de exames laboratoriais ainda durante a consulta.

 

5) Impressoras 3D especiais para acabar com as filas de transplantes

Para zerar as filas de transplante, o futuro pode estar na biofabricação de órgãos humanos. Atualmente, impressoras 3D especiais já são capazes de produzir uma orelha ou nariz, por exemplo, em cerca de meia hora. Usando células humanas de verdade para cultivar cada tecido, a expectativa é de que, em 20 anos, órgãos complexos como coração e pulmão também sejam impressos em 3D. Além de acabar com a espera pelos órgãos, a iniciativa poderá garantir sua compatibilidade, pois utilizará células do próprio paciente.

 

Fotos: 1. iStock/tonefotografia | 2. César Hernandez/CSIC
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