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Museu usa tecnologia imersiva para retratar vida marinha

Um museu para quem deseja saber mais sobre a vida marinha, mas rejeita a ideia de ver animais em cativeiro. Um lugar para quem se sente atraído pelas profundezas do oceano, mas não se sente confortável com mergulhos de cilindro. Assim é o Encounter Ocean Odyssey, criado pela National Geographic em parceria com a SPE Partners. Usando tecnologia para oferecer uma experiência visualmente rica e repleta de interatividade, a atração funciona no coração de Nova Iorque. Mais precisamente, na 44th Street, em plena Times Square – o grande endereço dos espetáculos na cidade mais populosa dos EUA. 

O Ocean Odyssey surpreende os visitantes com algo além do entretenimento tradicional. Artistas, cientistas e fotógrafos envolveram-se no projeto do museu, que emprega tecnologias inovadoras. Percorrendo dez salas imersivas, o público desbrava as maravilhas naturais do Oceano Pacífico até a costa oeste norte-americana. São mais de 18 mil metros quadrados cuidadosamente planejados por meio da observação da natureza. Para recriar um recife de corais, por exemplo, utilizou-se um processo conhecido como fotogrametria. Para tanto, arrecifes das Ilhas Salomão foram minuciosamente registrados em mais de 1.300 fotos, garantindo enorme riqueza de detalhes. 

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MUSEU INTERATIVO 

Envoltos pelo “oceano digital”, os visitantes podem interagir com elementos e aprender sobre a biodiversidade como se estivessem embaixo d’água. Os recursos incluem pisos bioluminescentes, labirintos de focas e até uma aventura subaquática protagonizada por um espécime da lula-de-humboldt. 

Após o passeio, os visitantes do museu seguem para uma sala repleta de informações, jogos e desafios. Telas sensíveis ao toque, hologramas e jogos interativos oferecem lições sobre ecologia e sustentabilidade a quem passa por lá. Crianças saem especialmente impressionadas com suas descobertas – que incluem os danos provocados pelo descarte incorreto de plásticos e produtos químicos. 

O projeto da National Geographic e da SPE Partners foi minucioso na pegada sustentável. Até os bancos disponíveis aos visitantes, por exemplo, foram criados a partir de plásticos retirados do oceano. Além de proporcionar um belíssimo passeio, a ideia é que o visitante reflita sobre seu compromisso pessoal com o planeta. E, possivelmente, passe a observar melhor seu próprio impacto ambiental, buscando atitudes preservacionistas em relação aos oceanos e ao planeta. 

 

Fotos: National Geographic Encounter/Divulgação 
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