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Evolução: HPE Synergy entrega infraestrutura como serviço

Desempenho máximo e redução de custos: na vanguarda da revolucionária “composable infrastructure”, plataforma HPE Synergy permite compartilhar recursos de infraestrutura por meio de templates, gerenciando hardware como se fosse software. Com isso, alocar a quantidade ideal de recursos para cada aplicação torna-se muito mais simples: é quase como juntar mesas num bar para uma turma grande.

 

Você reserva mesa para quatro pessoas num barzinho novo. Chegando ao local, seu telefone toca. É outro amigo, empolgadíssimo, contando que conseguiu se liberar do trabalho na última hora e quer, com a esposa, somar-se ao grupo. Você olha em volta, percebe inúmeras mesas vazias e diz ao amigo que apareça. Quando ele chega com a mulher, porém, o garçom se recusa a juntar outra mesa, alegando que todo o mobiliário de happy hour está ocupado – e que as mesas restantes são exclusivas para café da manhã. Surpreso, você argumenta que elas estão ociosas, quando poderiam estar rendendo dinheiro ao bar, mas o homem é irredutível: “Se eu deslocar essa mesa e arrumá-la para o happy hour, depois terei todo o trabalho de levá-la de volta e montá-la novamente para o café. Não vale a pena”, rebate o profissional, com extrema naturalidade. Resignado, o casal recém-chegado vai embora, dizendo que aguardará a próxima oportunidade.

A história é bizarra, mas serve como caricatura de uma realidade – a da arquitetura tradicional de TI, em que os recursos são alocados para cada finalidade específica (um ambiente para aplicações da economia digital e outro para o “core business”, por exemplo), em vez de compartilhados de forma dinâmica e inteligente. No universo da infraestrutura de tecnologia, o desafio de “puxar uma mesa ociosa e configurá-la para o happy hour” é muito mais complexo. Ou era – até o surgimento da Composable Infrastructure e do HPE Synergy.

 

UM POR TODOS

Genericamente falando, a “Infraestrutura Composta” é uma plataforma capaz de lidar com o hardware como se fosse software, permitindo gerenciar a infraestrutura por meio de uma ou mais linhas de código – o qual pode ser obtido na forma de templates para as mais diferentes demandas. Dessa forma, o administrador de TI consegue alocar a quantidade ideal de recursos (computação, storage, memória, I/O) para otimizar a performance de suas aplicações, tendo uma única infraestrutura que compartilha recursos entre os distintos workloads. Essa nova e revolucionária categoria de soluções, representada em seu mais alto nível pelo HPE Synergy, assenta-se fundamentalmente em três pilares, a saber:

1) Fluid Resource Pools: Infraestrutura unificada para atender workloads de qualquer tipo por meio de recursos fluidos de computação, armazenamento e interconexão – que podem ser instantaneamente habilitados e movimentados entre aplicações.

2) Inteligência definida por software: Templates de workloads para definir facilmente como compor (e recompor) a infraestrutura de forma praticamente imediata, eliminando longos processos de provisionamento entre silos operacionais – que costumam atrasar projetos.

3) API unificada: Reunindo todos os recursos de computação, armazenamento e afins sob uma única interface de programação e um só formato de dados, o HPE Synergy simplifica as tarefas de descobrir, configurar, provisionar, diagnosticar e atualizar a infraestrutura de TI – que pode ser integralmente programada a partir de uma simples linha de código, levando poderosas capacidades de IaaS (infraestrutura como um serviço) para o data center privado.

 

HPE SynergyHPE SYNERGY: RECURSOS EXATOS PARA CADA WORKLOAD

Com a Composable Infrastructure, o departamento de TI consegue atender muito mais facilmente aos requisitos da nova “Economia das Ideias”, proporcionando crescimento mais intenso, reforço de rentabilidade, maior produtividade, inovação permanente, evolução da agilidade organizacional e melhor experiência do consumidor – tudo isso com menores riscos.

Isso porque a dita “infraestrutura composta” possibilita implementações rápidas, com flexibilidade, escalabilidade e atualização simplificadas. Com ela, a empresa pode executar workloads em qualquer lugar – seja em servidores físicos, virtuais ou em contêineres – e operar qualquer carga de trabalho da qual o negócio dependa, sem preocupação com recursos de infraestrutura ou questões de compatibilidade. Esse novo paradigma de TI garante uma infraestrutura capaz de fornecer sempre os níveis de serviço ideais, dando à empresa uma vantagem real nos negócios.

O HPE Synergy compõe-se de quatro estruturas básicas – Composable Frame (que reúne todos os recursos de computação, armazenamento, interconexão e gestão da solução), Composer (responsável pela “inteligência defnida por software”, que permite descobrir e integrar todos os elementos numa escala de gestão com múltiplos frames), Composable Compute (que garante o desempenho, a escalabilidade, a densidade e a fexibilidade necessárias para rodar todas as aplicações) e Composable Fabric (que permite interconexão na escala de racks, eliminando a necessidade de switches “topo de rack”).

 

THE MACHINE: 8.000 VEZES MAIS VELOZ

A plataforma Synergy vem sendo considerada pedra fundamental na implementação da tecnologia The Machine – resultado de anos de pesquisas e que foi apresentada pela HPE  no final do ano passado, prometendo uma revolução sem precedentes no âmbito da arquitetura de computação. Trata-se de um conceito em que a memória – e não o processamento – torna-se o coração da plataforma, possibilitando um salto gigantesco em termos de desempenho e eficiência na comparação com a tecnologia vigente.

No protótipo demonstrado em Londres no último mês de novembro, a HPE colocou os elementos básicos da nova arquitetura para operar em conjunto. Os nós acessam um pool compartilhado de memórias persistentes (totalizando 2,4 terabytes no modelo apresentado), onde os dados ficam armazenados para processamento. Para a conexão entre memória e processador, são empregadas pontes fotônicas de silício, entregando taxas de transmissão ultravelozes e altíssima eficiência energética. O sistema operacional roda num SOC (System on a Chip) customizado, e as novas ferramentas de programação desenvolvidas pela HPE permitem aproveitar ao máximo a imensa quantidade de memória persistente da solução.

Na fase de protótipo, simulações demonstraram que a nova arquitetura pode entregar até 8.000 vezes mais velocidade de execução numa miríade de workloads. Além disso, segundo a HPE, a computação baseada em memória é altamente escalável, podendo atender desde pequenos dispositivos voltados à Internet das Coisas até a “exascale” – uma nova área da Computação de Alta Performance que pretende desenvolver máquinas capazes de realizar “bilhões de bilhões” de cálculos por segundo, mirando áreas como a análise de big data, que exigem workloads cada vez mais intensivos. Saiba mais em hpe.com/themachine.

 

Ilustração: ©iStock.com/macrovector | Foto: Divulgação/HPE
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