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Dormir pouco reduz a expectativa de vida

Se por um lado os cuidados com a alimentação saudável vêm ganhando força, por outro, o sono e os benefícios que uma noite bem dormida agregam ao dia a dia nem sempre recebem importância suficiente. Diferentemente da dieta, dormir é uma tarefa mais complexa de se gerenciar. Filhos pequenos, problemas de saúde, fatores ambientais… tudo pode contribuir para perturbar os padrões ideais de sono.

Principalmente quem tem crianças sabe que colocá-las para dormir cedo está cada vez mais difícil. Novos hábitos de vida e trabalho estão levando famílias inteiras para a cama num horário mais tardio quando comparado aos padrões de décadas passadas. O problema é que dormir menos de seis horas por noite, segundo estudos têm comprovado, aumenta os riscos à saúde e mina a longevidade. A falta de horas bem dormidas tem se tornado um problema crescente, que pode levar a uma série de problemas como diabetes, obesidade e doenças cardíacas.

Está demonstrado que negligenciar um “mínimo saudável” de seis horas de sono por noite aumenta os níveis de estresse, acelera a frequência cardíaca e aumenta a pressão arterial. Além disso, avulta o risco de morte precoce em 12%. Por isso, em lugares como a Inglaterra, o sono virou protagonista de campanhas de incentivo do governo, assim como as ações que motivam as pessoas a parar de fumar, diminuir a bebida e fazer mais exercícios. Tudo em nome de um estilo de vida mais saudável e de uma maior longevidade.

Foto: Pixabay

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