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Business Intelligence: o poder da TI nos negócios

Por Andrei Seger*

Na sua empresa, o termo Business Intelligence ainda não faz parte do dia a dia? As mudanças decorrentes do avanço tecnológico e comportamental da sociedade fizeram do conhecimento o maior ativo de qualquer organização. Também por isso, a atuação conjunta das áreas de finanças e TI tornou-se primordial para as tomadas de decisão e para as definições de estratégias dentro das empresas. 

Neste novo universo corporativo, todos passaram a ter acesso a um manancial quase inesgotável de informação. Com isso, não somente a segurança, mas também a aplicação dos dados merece total atenção. Independentemente do tamanho da empresa, é justamente o modo com que cada uma lida com esta quantidade imensa de variáveis que distinguirá  as bem-sucedidas daquelas que acabam estagnadas no mercado. Enquanto números soltos não possuem validade, o ato de transformá-los em inteligência a partir de informações estratégicas tem importância fundamental na hora de auxiliar o gestor a dar um passo à frente da concorrência.  A resposta para essa construção chama-se Business Intelligence (BI). 

 

ENTENDENDO O CONCEITO DE BUSINESS INTELLIGENCE

Nos últimos anos, esse termo tem viralizado nas empresas. Ele se refere, de forma simultânea, a um conceito e uma aplicação. Leva em conta a importância de coletar, organizar, processar e analisar os dados que fazem parte do universo da organização. E também o uso de softwares de alta capacidade de processamento, capazes de realizar um trabalho analítico, gerando informações estratégicas. 

As plataformas de Business Intelligence facilitam ao gestor ter a melhor compreensão do que é relevante para analisar situações. Além disso, ajuda a traçar planejamentos e tomar decisões. Tudo de forma rápida e precisa, com base em dados fornecidos em prazos e formatos substanciais.  Fluxo de caixa, orçamentos, custos e demonstrativos de resultados, por exemplo, que fazem parte da rotina do departamento financeiro, podem contribuir de forma simples. Isso porque as plataformas contam com recursos gráficos para elaboração de painéis. Também têm relatórios que melhoram a compreensão e deixam a solução mais rápida na produção e menos dependente da TI.  

Dessa forma, o departamento de tecnologia pode dedicar sua atuação especialmente à carga, disponibilidade e confiabilidade dos dados, enquanto as áreas usuárias focam no conteúdo, cruzamento de informações e formato de apresentação.

 

INVISTA SEM ERROS

O grande segredo das Business Intelligence é interpretar todas as variáveis em velocidade e precisão muito superiores às que o mais genial dos gestores seria capaz de conseguir. Com margem de erro reduzida, a plataforma auxilia tanto na tomada de decisões quanto na minimização de riscos ao negócio. Também ajuda no controle mais rígido sobre receitas e despesas e no conhecimento do gestor em relação aos processos. A ferramenta é capaz de avaliar históricos. Seja de compras, vendas, orçamentos, pagamentos ou recebimentos. E também avalia os demais pontos do setor financeiro para estabelecer previsões e contextualizar tendências de TI. 

 

*Andrei Seger é vice-presidente de Finanças do Grupo Herval 

 

Foto: iStock/Topp_Yimgrimm
Categorias Opinion