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Assinatura paga do Twitter oferecerá recursos profissionais

Foto: PixabayEspecialmente a partir de 2016, o mercado publicitário vem acompanhando o crescimento substancial da indústria de anúncios online. No entanto, nem todas as redes sociais estão sentindo o aumento dos lucros gerados pelo aumento do marketing digital. A maior parte da receita está concentrada nas mãos do Facebook e do Snapchat.
Gigantes como Twitter estudam maneiras para driblar a diminuição da procura por anúncios e seguir oferecendo conteúdo relevante aos usuários. Recentemente, a empresa anunciou que considera a possibilidade de criar uma opção paga de adesão à sua plataforma de rede social. A versão por assinatura seria direcionada especificamente a empresas, organizações de notícias e usuários avançados, a fim de lhes oferecer maior controle e visão sobre seu desempenho na rede social.

A ideia é beneficiar os membros pagantes com acesso a recursos adicionais como, por exemplo, uma versão aprimorada do TweetDeck – o gerenciador de contas que foi adquirido pelo Twitter em 2011 por US$ 40 milhões. A experiência avançada no TweetDeck promete contar com ferramentas mais poderosas, ajudando profissionais e empresas a descobrir de forma mais rápida o que está acontecendo no mundo, enquanto seguem acompanhando a mais ampla gama de assuntos que os usuários estão postando no Twitter.

A empresa não comentou possíveis mudanças em seu serviço regular.

 

PACOTE PREMIUM

De acordo com o Twitter, o conjunto de ferramentas “premium” oferecido por meio das contas de assinatura poderá disponibilizar valiosos recursos de visualização, publicação e sinalização. A partir de um painel personalizável, poderão ser acompanhados alertas, dicas e análises avançadas sobre audiência, bem como acessadas ferramentas de composição e publicação.

Tudo isso deve ser projetado de forma a tornar ainda mais fácil o acompanhamento de múltiplas contas e em múltiplos dispositivos (incluindo os móveis) e aumentar os números gerais da plataforma – tanto em público quanto em visualização de conteúdo em tempo real. Outra vantagem concedida aos assinantes seria a experiência livre de publicidade.

Ainda conforme o Twitter, tais possibilidades dependerão dos resultados obtidos numa pesquisa atualmente em andamento. Ela servirá, justamente, para nortear o desenvolvimento dos recursos da nova versão, se ela se mostrar interessante para os prováveis futuros usuários.

 

Foto: Divulgação/Twitter

 

POPULARIDADE x PUBLICIDADE

Mesmo com toda a popularidade entre celebridades e autoridades globais como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Twitter – diferentemente de redes sociais como Facebook e Snapchat – não está conseguindo captar receita publicitária suficiente para cumprir suas metas de lucratividade e assegurar a manutenção do negócio.

Nos últimos anos, o índice de crescimento do número de usuários no Twitter vem diminuindo, assim como os anúncios na plataforma. Se em 2015 o Twitter faturou US$ 641 milhões, em 2016 a companhia não apenas falhou em melhorar esses números, como na verdade viu sua receita publicitária cair para US$ 638 milhões. Com a opção de adesão paga, o Twitter espera poder melhorar a experiência dos usuários e criar um novo fluxo de receita. Esta reação, segundo a empresa, foi determinada a partir de pesquisas regulares para coletar feedback sobre a experiência dos usuários em sua comunidade.

 

Fotos: Divulgação/Twitter; Pixabay
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